Desde que a história do Grupo Malwee começou, em 1968, suas atividades estiveram sempre alinhadas aos pilares da sustentabilidade e da inovação, revelando a preocupação da companhia com a condução de uma cadeia produtiva da moda ética, transparente e sustentável. 

Além da produção de mais de 35 milhões de peças de vestuário por ano em suas quatro unidades fabris, o Grupo também quer estar presente na vida das pessoas estimulando-as a adotar práticas de consumo e descarte conscientes, contribuindo para a redução dos impactos negativos ao meio ambiente. 

Desde 2015, com a definição do Plano de Sustentabilidade 2020, a empresa assumiu publicamente seu compromisso com as causas socioambientais e estabeleceu diretrizes para reduzir ao máximo o consumo de recursos naturais e conscientizar os consumidores para o uso e pós-uso dos produtos.

Nessa toada, o Grupo foi escolhido para fazer parte da primeira edição do Índice de Transparência da Moda. O estudo será lançado em novembro e é resultado de uma parceria entre o movimento Fashion Revolution, o Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTex). 

O projeto existe globalmente desde 2016 e tem como objetivo indicar como marcas representativas do mundo da moda divulgam publicamente informações sobre a sua cadeia produtiva. Por meio da medição do compromisso social e ambiental, da governança na cadeia de valor, das políticas de compras, da rastreabilidade e da sustentabilidade dos produtos, as empresas serão agrupadas por faixas de transparência de informações e classificadas em: iniciante, intermediária ou avançada.  

A ideia não é criar um ranking de melhor ou pior marca, mas sim promover uma reflexão geral sobre o que é preciso corrigir para atender os atuais padrões de mercado e acompanhar o crescimento sustentável das organizações. 

Ao lado do Grupo, outras 19 marcas nos segmentos de varejo; jeans, moda jovem e casual; luxo e adulto; calçados; esporte e praia serão analisadas e a expectativa é que, ano a ano, sejam incluídas mais e mais empresas, tendo em vista a posição do Brasil como quarto maior parque de confecção do mundo. 

Sabendo que o estudo está em processo, o Grupo aguarda a divulgação dos resultados. Conhecê-los será importante para direcionar os esforços da companhia e, cada vez mais, conduzir uma cadeia produtiva da moda nos moldes da sustentabilidade. 

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