Este é o terceiro ano consecutivo que o Grupo Malwee apoia e participa do Fashion Revolution, movimento global que incentiva maior transparência, sustentabilidade e ética na indústria da moda. 

Ontem (24/04), na mesaFashion Law e Fashion Revolution: 5 anos após o caso Rana Plaza” o Grupo Malwee, junto ao deputado Carlos Bezerra Júnior, Thays Leite Toschi, presidente da Comissão de Estudos em Direito da Moda da OAB SP, e Eloisa Artuso, mediadora do Fashion Revolution, discutiu sobre a importância do enfrentamento do trabalho análogo ao escravo e apresentou o case auditorias desenvolvido pela companhia.

O programa de auditoria do Grupo Malwee é referência no mundo da moda. Com ele, a empresa foi pioneira no monitoramento de todos os seus parceiros com o objetivo de coibir a exploração de mão-de-obra em sua cadeia produtiva. Mensalmente, todas as oficinas de costura parceiras são visitadas e seus indicadores sociais e trabalhistas são conferidos e avaliados. Além disso, por meio do programa de rastreabilidade é possível identificar onde e por quem cada uma das peças das marcas do Grupo foram confeccionadas.

Na data que marcou os cinco anos do movimento, o Grupo pôde, mais uma vez, contribuir com o diálogo que sustenta e fortalece o Fashion Revolution e compartilhar com o público as boas práticas de seu programa, mostrando que é possível adotar diretrizes socioambientais e construir parcerias sólidas em prol do desenvolvimento sustentável e da revolução na forma de produzir e consumir moda.

Quer acompanhar o que ainda está por vir nesta semana? Acesse o link e veja o que acontece na sua cidade nos próximos dias. Faça parte dessa revolução com a gente! 

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