Políticas e Compromissos Ambientais

Com uma operação verticalizada, abrangendo desde os processos de malharia, tinturaria, estamparia, corte, costura, expedição até canais de vendas, o Grupo Malwee detém grande parte dos processos de transformação dentro de suas operações diretas. Sendo possível ter um monitoramento e controle mais eficiente dos impactos dessas atividades, como o uso da água, as emissões diretas de gases de efeito estufa, geração de resíduos e a gestão dos mesmos.

Essa política apresenta como o Grupo Malwee monitora e atua sobre estes impactos dentro da organização e também na sua cadeia de fornecimento.

 

Energia e Emissões de Gases de Efeito Estufa

 

1 – Inventário de emissões

A gestão de emissões deve partir do inventário e por isso o Grupo Malwee mensura e reporta suas emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) dos Escopos 1 e 2, mantendo um relatório público anual das emissões desde 2013 e quantifica os impactos do Escopo 3 desde 2019, por meio das diretrizes do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Na contabilização de escopo 1, emissões diretas, considera combustão móvel e estacionária, emissões fugitivas e processos de tratamento de efluentes. Esta última é realizada por meio de uma metodologia própria, tendo em vista as particularidades do sistema de tratamento e do efluente gerado.

O escopo 2 corresponde às emissões indiretas, associadas à energia adquirida pela organização em todas as suas unidades e escritórios.

O restante de emissões indiretas, são contabilizadas no escopo 3 e abrangem as categorias de produtos e serviços adquiridos, bens de capital, atividades relacionadas a combustíveis e energia (não incluídas no escopo 1 e 2), transporte e distribuição a montante, resíduos gerados na operação, viagem de negócios, transporte de funcionários, transporte e distribuição a jusante, processamento de produtos vendidos, ativos arrendados e franquias.

Para baixar os inventários completos do Grupo Malwee, acesse o Registro Público de Emissões: https://registropublicodeemissoes.fgv.br/participantes/2002

 

2 – Uso de energia

O uso de energia está diretamente relacionado com as emissões de efeito estufa, como pode-se observar nas categorias citadas anteriormente, pois a combustão para a geração de energia libera gases de efeito estufa. Tendo um impacto significativo nos escopos 1 e 2.

A energia térmica corresponde a maior parte do uso de energia, aproximadamente 85% do total de energia utilizada pelo Grupo Malwee. Sendo que, a maior parte é proveniente da queima de combustíveis para fornecimento de calor, são eles cavacos de madeira, principalmente seguido do gás natural. Porém o maior contribuinte de emissões de escopo 1 é gás natural nas caldeiras.  Desta forma o Grupo Malwee monitora mensalmente a utilização deste combustível, dando preferência ao uso do cavaco.

Além disso, o Grupo Malwee utiliza também combustíveis para geração de energia utilizada para produzir movimento em veículos, ou seja, para combustão móvel. Quando a energia elétrica, a qual representa menos de 15% do total de utilização de energia, em todas as unidades de produção e escritório a energia elétrica é proveniente da rede de distribuição. Porém, o Grupo Malwee adquire certificados de energia renovável de fonte eólica na mesma quantidade consumida, que garantem o abastecimento de energia renovável na rede na mesma quantidade de energia consumida pelo Grupo no período.

 

3- Metas e compromissos

Mesmo após ter reduzido mais de 60% de emissões devido a troca da caldeira de gás natural por cavaco de madeira, em 2019 o Grupo Malwee assinou o compromisso Business Ambition 1.5°C: Our only future se comprometendo a definir metas para reduzir ainda mais as suas emissões de GEE e limitar o aquecimento global a 1,5°C por ano. O documento exige o compromisso com metas concretas para a redução da emissão de gases com efeito de estufa, essenciais para travar o aquecimento global. E alcançar a transição para uma economia de baixo carbono e evitar o sobreaquecimento da atmosfera.

Foram 2 anos de estudos e em outubro de 2021 o Grupo Malwee teve suas metas aprovadas pelo SBTi (Science Based Target Initiative) e lançadas na COP 26:

  • Meta 1: Redução Interna 50%* das emissões de gases de efeito estufa dos escopos 1 e 2, em relação à 2019.
  • Meta 2: Redução Cadeia de Valor 58%** as emissões de gases do efeito estufa dos materiais e serviços comprados, por peça de roupa produzida internamente, em relação à 2019. 
  • Meta 3:  Ser NetZero até 2050. 

* Meta aprovada pelo SBTI

** Meta do escopo 3 aprovada pelo SBTI de 57,8% de redução.

 

4 – Gerenciamento na Operação

Para todas as metas de emissões, o Grupo Malwee trabalha no formato de comitê para busca de alternativas para melhorar o desempenho destes indicadores. Também são reportados pela gerência de sustentabilidade à presidência da companhia e ao conselho de administração, pelo comitê de ESG, assim avanços e desafios são conhecidos por todos os níveis e decisões são tomadas sobre os caminhos para melhores resultados, integração e aporte de recursos extras são viabilizados.

O consumo de energia é monitorado mensalmente e as emissões tem o inventário anual. Até o momento, o Grupo implementou vários projetos para a redução de do consumo de energia, e por consequência das emissões, tais como:

  • Troca de matriz energética de gás natural para biomassa
  • Compra de energia elétrica incentivada com certificado de rastreabilidade
  • Reposição de motores e equipamentos com maior eficiência energética.
  • Troca de iluminação em todas as fábricas por LED

 Os desempenhos das metas são reportados todos os anos no Relatório de Sustentabilidade anual, os quais podem ser acessados pelo link:  https://grupomalwee.com.br/planeta/relatorios-esg/ 

 

Uso de Água

 

Qualidade e quantidade são os grandes desafios da disponibilidade de água para o consumo e equilíbrio da vida no planeta. O setor têxtil é responsável por 20% da poluição da água no mundo, o qual tem vivido eventos de escassez hídrica cada vez mais frequentes e globalmente distribuídos. 

Na etapa de industrialização, do setor têxtil, os processos que mais consomem água são o beneficiamento da malha, tinturaria e estamparia. O fato de o Grupo Malwee concentrar todas essas atividades em um processo produtivo próprio (salvo pequena parcela de tecidos que são comprados tingidos) faz com que o controle sobre a água captada, utilizada e descartada seja mais eficiente, o que motivou a definição de metas de redução do consumo deste recurso no Plano ESG 2030.

O Grupo também tem clareza de que os impactos de toda a cadeia têm grande relevância, como na produção das matérias primas consumidas e na etapa de uso dos produtos, por isso, quando se trata de uso da água, estabelece também metas para melhorar seu conhecimento acerca dos impactos ao longo da cadeia.

 

1 – Abastecimento de água, um risco

O Grupo Malwee tem suas fábricas instaladas em áreas abundantes em água, tanto no parâmetro qualidade, quanto quantidade, por isso os processos de licenciamento de operação e outorga de água não apresentam metas de redução do consumo. 

A empresa estabelece metas voluntariamente. Os riscos relacionados à água na operação do Grupo Malwee estão associados à sua localização, pois sua fábrica está situada muito próxima a diversos corpos hídricos. 

Assim o tema água aparece em 2 frentes de análise de risco:

  1. Que segue a ISO 31000, aplicada para diversos temas que podem gerar risco para a companhia, entre eles meio ambiente – água, que considera a probabilidade de ocorrer algum evento que impacte os corpos hídricos do seu entorno e severidade.  Nesta análise o tema água, enquanto risco de dano a qualidade é alto, e por isso a companhia estabelece uma série de medidas de controle na sua operação para conter qualquer tipo de vazamento que possa vir a contaminar corpos hídricos e lençóis freáticos.
  2. Que considera os impactos de toda a sua cadeia de valor. Esta é uma análise mais complexa, iniciada em 2019, com a elaboração da primeira análise de ciclo de vida organizacional, considerando o impacto de escassez hídrica, cujos resultados constam no relatório de sustentabilidade da empresa. https://grupomalwee.com.br/wp-content/uploads/2022/06/6e312-gri-2020.pdf

 

Assim, usando estas duas ferramentas periodicamente a companhia visa medir o impacto e o risco associado para fins de definição de metas e definição de medidas de controle, mitigação e eliminação dos riscos.

 

2 – Metas

 

Dada a importância do tema água para o negócio, conforme citado acima, o Grupo Malwee definiu em seu plano 2030 como meta para água:

 

  • Meta 1 – Quantidade 

Reduzir em 30% o uso de água captada por peça produzida na nossa indústria até 2030, em relação à 2020. 

  • Meta 2 – Cadeia de Valor 

Calcular a pegada hídrica organizacional e promover ações de redução de consumo de água ao longo da cadeia*.

 * Meta à ser definida na revisão do Plano ESG em 2025

  • Meta 3 – Qualidade 

Zero substâncias restritas nos efluentes da nossa indústria até 2030 em relação à 2020.

 

3 – Ações realizadas

 

  • Estação de tratamento altamente tecnológica, que permite até 20% o reuso do efluente tratado nos processos fabris.
  • Lavanderia 5.0, que reduz em até 98% o consumo de água deste processo na lavanderia do jeans.
  • Projeto Blue Magic, que reduz a quantidade de água nas etapas de preparação do tingimento.
  • O Grupo também possui sistemas de captação de água de chuva, o que impacta positivamente, pois reduz o impacto no corpo hídrico no momento da captação. 

 

Substâncias Restritas

Para garantia dos padrões de segurança química do produto ao consumidor e ao meio ambiente, o Grupo Malwee definiu treze grupos de substâncias de uso restrito aplicando padrões definidos pela legislação internacional. São elas: 

  • Aquifenóis e aquifenóis etoxilados (APEO);
  • Clorobenzenos e clorotoluenos;
  • Clorofenóis;
  • Corantes azóicos (formando aminas restritas);
  • Corantes cancerígenos ou equivalentes;
  • Corantes dispersos (sensibilizadores);
  • Glicóis;
  • Solventes halogenados;
  • Compostos organoestânicos;
  • Hidrocarbonetos aromáticos (HPAs);
  • Compostos per-polifluorados (PFCs);
  • Compostos orgânicos voláteis (VOCs).

 

Resíduos e/ou Reciclagem

O Grupo Malwee age intensamente sobre a gestão de resíduos provenientes da sua operação, e neste tema vai além do que preconiza a legislação.

 

1 – Metas de Redução de Resíduos

O Grupo estabeleceu metas de redução dos resíduos ambiciosas visando estimular:

  • A redução na geração.
  • A economia circular.
  • Zero ocupação de aterros.

O desempenho das metas é reportado anualmente no relatório de sustentabilidade da companhia. Disponível no site: http://www.grupomalwee.com.br/

 

2 – Gerenciamento de Resíduos na Operação

A empresa segue a legislação vigente e elabora anualmente seu Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais (PGRSI) que estabelece os princípios básicos da minimização da geração de resíduos, identificando e descrevendo as ações relativas ao seu manejo adequado, levando em consideração os aspectos referentes a todas as etapas compreendidas pela geração, segregação, acondicionamento, coleta, transporte interno, armazenamento temporário, tratamento interno, armazenamento externo, coleta e transporte externo, tratamento externo e disposição final devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente.

Os resíduos sólidos gerados são divididos internamente em recicláveis (papel, papelão, plástico, têxtil, metal), não recicláveis (restos de alimento, lodo biológico úmido e seco, cinza oriunda de caldeira movida a biomassa, papel sanitário, têxtil contaminado com produto químico e/ou óleo), eletrônicos (Informática em geral, placas eletrônicas, fios eletrônicos), lâmpadas, pilhas e baterias, madeira e construção civil. 

A norma ABNT 10004:2004 determina a classificação padrão para os resíduos sólidos gerados: Resíduos Classe I – Perigosos e Resíduos Classe II – Não perigosos, sendo este último subdividido em resíduos Classe II A – Não inertes e resíduos Classe II B – Inertes. 

Além da classificação desta norma, na Resolução CONAMA 313/2002, são apresentados os códigos para identificação dos resíduos sólidos na elaboração e publicação do Inventário de Resíduos Sólidos também a ser realizado pela empresa anualmente. 

O Grupo Malwee também se compromete em rastrear o transporte de resíduos por meio do Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) conforme a legislação ambiental e além disso a receptação destes materiais será realizada por empresas licenciadas pelos órgãos ambientais. 

 

Procedimentos Operacionais 

Os procedimentos operacionais para descarte dos resíduos sólidos até o destino final se dividem nas etapas descritas nos itens abaixo.

 

Segregação 

A separação dos resíduos sólidos gerados acontece no próprio setor com o intuito de evitar a mistura de resíduos incompatíveis e contribuir para a melhor destinação do mesmo. Cada setor é tratado individualmente para atentar às particularidades dos mesmos e através das campanhas realizadas e do controle frequente, a segregação dos resíduos sólidos se torna mais eficiente.

 

Acondicionamento 

O acondicionamento é a distribuição ordenada dos resíduos sólidos em recipientes adequados que garantam estanqueidade e em condições regulares de higiene na segregação em cada setor da empresa. 

 

Armazenamento 

O armazenamento corresponde ao local temporário específico para os resíduos sólidos à espera de tratamento adequado e também deve garantir estanqueidade e condições regulares de higiene. 

 

Tratamento 

Tratamentos são os métodos aplicados para minimização dos impactos causados pela geração dos resíduos sólidos: 

  • Reciclagem – resíduos sólidos que podem ser reaproveitados mediante processos de reciclagem de materiais sólidos como papel e plástico e que são encaminhados para empresas parceiras específicas; 
  • Descontaminação – processo realizado para descarte de resíduos de lâmpadas geradas na empresa; 
  • Destinação final – quando o resíduo sólido não é passível de reciclagem ou descontaminação, o mesmo é encaminhado para destinação em aterro (próprio ou de terceiros). 

 

3 – Gestão de estoques

Além da gestão de resíduos de produção, o Grupo Malwee possui programas e ações para evitar que produtos acabados se tornem resíduos devido ao tempo de armazenamento e obsolescência das coleções. Neste caso:

  • Investe constantemente em tecnologia e processos que agreguem características de durabilidade nas peças, o que inclusive sustenta o posicionamento da marca Malwee
  • Possui canais de vendas específicos para estes produtos
  • Tem um programa de doações, com a curadoria do Instituto Malwee, para instituições que atendem pessoas carentes. 

 

Biodiversidade e Bem Estar Animal 

O Grupo Malwee preza por valores éticos e morais que transcendem as relações humanas. O seu compromisso com as futuras gerações, de prevenir a poluição e preservar o meio ambiente, vai além da atuação dos impactos diretos de suas operações industriais. É um compromisso que reconhece a necessidade da preservação do meio ambiente natural e dos ecossistemas.

1 – Biodiversidade

Com o objetivo de preservar a biodiversidade da Mata Atlântica, bioma que sustenta a geografia hidrológica da região onde está instalado o Grupo Malwee o Grupo Malwee recuperou e preserva diversas áreas com estes remanescentes florestais, são elas:

Reserva de Fontes e Verdes:  área de Mata Atlântica com 1.304.733,79 m², registrada junto aos órgãos públicos como Reserva particular de patrimônio natural estadual (RPPNE) de preservação permanente. A reserva possui plano de manejo aprovado pelo IMA – Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina através da Portaria 071 e estabelece os seguintes pontos para o programa: 

 

1 – Atividades do Programa de Administração: 

  • Plano de rondas e inspeções 
  • Confecção das placas de sinalização e mapeamento de instalação 

 

2 – Atividades do Programa de Proteção: 

  • Rondas de fiscalização mensais no interior e entorno;
  • Instalação de placas indicativas e placas reguladoras no limite da propriedade e vias de acesso; 
  • Manutenção de cercas e estradas; 

 

3 – Atividades de Pesquisa e Monitoramento: 

  • A instituição que demonstrar interesse em realizar pesquisas na RPPNE deverá comunicar o setor de meio ambiente (conforme especificado no ofício, encaminhado para as instituições de ensino – conforme memorial de modelos de documentos), para que seja avaliado o projeto de pesquisa de interesse. 

 

4 – Atividades do programa de Visitação: 

  • O público alvo determinado será de pesquisadores e estudantes de universidades e/ou instituições de preservação ao meio ambiente. Os interessados passarão por avaliação prévia para verificar se atende as especificações do programa. 

 

5 – Atividades do Programa de Sustentabilidade Econômica: 

  • O orçamento está incluído no centro de custo do setor de Meio Ambiente corporativo do Grupo Malwee, com utilização de mão de obra interna e aquisição de material informativo e de manutenção preventiva e corretiva. 

 

6 – Atividades do Programa de Comunicação: 

 

Parque Malwee

Mais que um lugar arborizado destinado ao lazer e convívio da natureza para a comunidade o Parque Malwee é refúgio ecológico, conforme cita o estudo “Avifauna em gradiente de altitude na Floresta Atlântica de Santa Catarina: subsídios para a Conservação da Biodiversidade da APA do Rio Vermelho/ Humboldt/Quiriri e entorno”, conduzido pelo Grupo da Pesquisa e Laboratório de Ecologia e Ornitologia – LABEO da Universidade de Blumenau – FURB, sob a coordenação do Professor Mestre Carlos Eduardo Zimermann. 

Durante as pesquisas, em uma amostragem de 29 horas de campo resultou na identificação de 133 espécies de aves. O número de espécies de aves se manteve sempre próximo de 40 espécies em cada hora de observação. Assim, considerando que sua cobertura florestal é formada em parte por espécies exóticas plantadas pelo fundador do Parque a várias décadas, o número de espécies pode ser considerado elevado, em comparação com outros parques urbanos. Outro aspecto que reforça a importância deste Parque para a comunidade de aves da Floresta Atlântica é o registro de espécies de interesse conservacionista como Piculus flavigula (Boddaert, 1783), o pica-pau-bufador. Amadonastur lacernulatus (Temminck, 1827), gavião-pombo-pequeno e o Sporophila frontalis (Verreaux, 1869), o pixoxó, todos considerados vulnerável para o estado de Santa Catarina. 

Assim, o Parque Malwee se tornou uma área que visa proporcionar à comunidade o convívio com a natureza, assim como lugar ideal para atividades escolares das unidades de ensino locais quando se trata de preservação da natureza.

 

2 – Bem Estar Animal 

O Grupo Malwee não utiliza em seus produtos ou durante o seu processo produtivo matérias-primas provenientes de animais, como peles, couros, penas, penugens e lãs, conforme informação constante no relatório anual de compras. 

De igual forma, o Grupo Malwee espera que seus fornecedores e subcontratados igualmente o façam através do cumprimento das diretrizes internas previamente estabelecidas,  assim como das leis, normas e regulamentos em sua localidade.

Caso o Grupo Malwee, futuramente, decida utilizar matéria-prima animal, desde logo entende que é e será estritamente proibido utilizar produtos oriundos de animais abatidos exclusivamente para produção têxtil, feridos, de espécies exóticas ou ameaçados de extinção. Compromete-se, ainda a respeitar integralmente a legislação, assim como prezar pelas Cinco Liberdades (Five Freedoms), (fonte: Farm Animal Welfare Council)

  1. Livre de fome e sede 
  2. Livre de desconforto
  3. Livre de dores, ferimentos e doenças
  4. Livre para se comportar naturalmente
  5. Livre de medo e sofrimento

 

Por fim, como medida de boa prática já constante em nosso DNA, o Grupo Malwee atua com inspeções randomizadas e sem aviso prévio, para inspecionar e monitorar as instalações de seus subcontratados, a fim de assegurar os padrões requeridos.